Putz, detesto essa mania de julgamento pela aparência
cada um é cada um, não é porque você tem um costume diferente
que você é DIFERENTE de ALGUÉM.....
Temos que APRENDER conhecer primeiro para depois julgar, criticar....
Algumas pessoas dizem que sou muito séria, e que não gostam de mim porque APARENTO ser arrogante.... agora pergunto, quando e quantas vezes essa pessoa conversou comigo???
o que ela sabe de mim e da minha vida???
nada né...... Elas acham que tenho OBRIGAÇÃO de chegar falando com todos, de ficar contando sobre minha vida, o que eu faço.... ahhh dá licença!!!!!
Falo com quem acho que devo falar, e o que faço da minha vida não diz respeito a ninguém...
Comento apenas com pessoas mais próximas.... Isso se chama DISCRIÇÃO e não ARROGÂNCIA.... é tão simples.....
### Se olhares em mim verás...não sou tão má quanto pensas; apenas não sou tão corajosa como imaginas...pareço forte mais no fundo sou fraca; fera porém sou bela, as vezes chata mais no meu íntimo há sentimentos diversospareço metida porém se olhares em meu semblante com seu coração verás apenas humildade, calma sempre...posso até parecer solitária ...é que realmente tenho poucos amigos...a diferença é que os poucos que tenho não valem metade de um seu ...pense nisso depois me julgue lembre-se que se me julga pela aparencia...sou apenas o reflexo de sua ignorância...####
"Não importa o quanto essa nossa vida nos obriga a ser sérios... Todos nós procuramos alguém para sonhar... brincar... amar... e tudo o que precisamos é de uma mão para segurar e um coração para nos entender."
domingo, 24 de maio de 2009
sexta-feira, 15 de maio de 2009
Timing é tudo....
É a sincronia das infinitas possibilidades e das remotas probabilidades, do acaso, do milagre e do desastre.
É a extravagância do big bang; a microscópica plenitude da concepção; o átimo de eternidade onde se dão os encontros.
Timing é a proteção do acaso; a centelha da revelação; o vislumbre do abismo; a conspiração cósmica, o deboche do diabo, o sorriso dos deuses.
Timing é olho no olho, o encontro com o estranho, o sinal aberto ou fechado, o caminho depois. É o sopro que mesmo invisível é percebido como ventania; é o leve ondular do sangue na veia; o arrepio na pele; o calor no sexo.
Timing é ausência ou suspensão, ou quem sabe apoteose do tempo que para por uma fração impossível que só a intuição ousa sentir. É a supressão da marcha implacável, é a recriação, é o breque da bateria, é o suspiro e não a respiração, é a breve lembrança do sonho antes que dele se esqueça, é o despertar, qualquer despertar, o sorriso da sorte, o voo fugidio da esperança, é flash, relâmpago, susto.
Timing é o contratempo do tempo, sutil, imperceptível, terrível e fortuito; é a cauda do cometa, o eclipse, a explosão, erupção.
Timing é o trem certo passando em velocidade inédita, parando inexplicavelmente, fazendo um convite irrecusável, mudando destino, caminho, olhar. Timing é entrar ou não no trem e redesenhar o futuro.
Timing é o fugaz que se materializa; é o brilho no olho do sábio, o luzir do ouro do tolo, o sopro que apaga a vela, o flagrante da traição. É o bote da víbora, a rapidez do antídoto.
Timing é tudo; é a possibilidade do milagre; a fatalidade da tragédia; é o rastro da felicidade ou do desastre; é o que se desnuda ou o que se veda entre o piscar de olhos e a revelação ou a cegueira; é o deleite do toque ou a esterilidade da separação; o estorvo da palavra ou o conforto do silêncio. É o leque de escolhas, decisões, ímpetos, desvios, sins e nãos, que se sucedem inesgotavelmente enquanto o tempo pulsa e a vida segue inclemente seu curso.
Timing é o ponto antes da ponte ou do precipício; é a escolha entre o voo e a vida; entre o abismo e a sanidade.
Timing é fruição, fluidez, pulsação; é inclemência e danação; É permissão, contentamento, sincronicidade; é impulso criativo, intuição, fé e punição; desacerto e desatino; entrega e violação.
Timing é a bala perdida no peito desavisado; é o raio que parte; a curva fatal, o gol, a casca de banana, o telefone no meio da noite, o delírio do terrorista, o êxtase do santo. O laço, o passo, o descompasso.É tudo o que acontece ou não, perceptível ou não, que muda o curso da sorte, do sangue, do riso, antecipando amores, abandonos, descobertas, criações, fatos.
É o fatal, o banal, o cômico, o romântico, o prosaico; o tombo na rua, o bolo solado, o pivete no farol, a pane no motor, o tumor, o vírus oportunista, o verso perfeito.
Não nascemos nem morremos sem timing. Timing não é véspera nem adiamento, é o presente capturado.
É você e a humanidade, no meio dos acontecimentos, de passagem ou não, respirando o hálito de Deus, ouvindo a roda da fortuna ranger, o rufar dos tambores dos homens, o soar das trombetas dos anjos. É você e a humanidade, no meio da roda, consciente ou não, testemunhando a fragilidade, a inexorabilidade, o inevitável.
Timing é a vida e tudo o que acontece, estando você atento ou não, entre diminutas eternidades, vírgulas, exclamações e reticências do texto cósmico da breve história de todos nós.
É a extravagância do big bang; a microscópica plenitude da concepção; o átimo de eternidade onde se dão os encontros.
Timing é a proteção do acaso; a centelha da revelação; o vislumbre do abismo; a conspiração cósmica, o deboche do diabo, o sorriso dos deuses.
Timing é olho no olho, o encontro com o estranho, o sinal aberto ou fechado, o caminho depois. É o sopro que mesmo invisível é percebido como ventania; é o leve ondular do sangue na veia; o arrepio na pele; o calor no sexo.
Timing é ausência ou suspensão, ou quem sabe apoteose do tempo que para por uma fração impossível que só a intuição ousa sentir. É a supressão da marcha implacável, é a recriação, é o breque da bateria, é o suspiro e não a respiração, é a breve lembrança do sonho antes que dele se esqueça, é o despertar, qualquer despertar, o sorriso da sorte, o voo fugidio da esperança, é flash, relâmpago, susto.
Timing é o contratempo do tempo, sutil, imperceptível, terrível e fortuito; é a cauda do cometa, o eclipse, a explosão, erupção.
Timing é o trem certo passando em velocidade inédita, parando inexplicavelmente, fazendo um convite irrecusável, mudando destino, caminho, olhar. Timing é entrar ou não no trem e redesenhar o futuro.
Timing é o fugaz que se materializa; é o brilho no olho do sábio, o luzir do ouro do tolo, o sopro que apaga a vela, o flagrante da traição. É o bote da víbora, a rapidez do antídoto.
Timing é tudo; é a possibilidade do milagre; a fatalidade da tragédia; é o rastro da felicidade ou do desastre; é o que se desnuda ou o que se veda entre o piscar de olhos e a revelação ou a cegueira; é o deleite do toque ou a esterilidade da separação; o estorvo da palavra ou o conforto do silêncio. É o leque de escolhas, decisões, ímpetos, desvios, sins e nãos, que se sucedem inesgotavelmente enquanto o tempo pulsa e a vida segue inclemente seu curso.
Timing é o ponto antes da ponte ou do precipício; é a escolha entre o voo e a vida; entre o abismo e a sanidade.
Timing é fruição, fluidez, pulsação; é inclemência e danação; É permissão, contentamento, sincronicidade; é impulso criativo, intuição, fé e punição; desacerto e desatino; entrega e violação.
Timing é a bala perdida no peito desavisado; é o raio que parte; a curva fatal, o gol, a casca de banana, o telefone no meio da noite, o delírio do terrorista, o êxtase do santo. O laço, o passo, o descompasso.É tudo o que acontece ou não, perceptível ou não, que muda o curso da sorte, do sangue, do riso, antecipando amores, abandonos, descobertas, criações, fatos.
É o fatal, o banal, o cômico, o romântico, o prosaico; o tombo na rua, o bolo solado, o pivete no farol, a pane no motor, o tumor, o vírus oportunista, o verso perfeito.
Não nascemos nem morremos sem timing. Timing não é véspera nem adiamento, é o presente capturado.
É você e a humanidade, no meio dos acontecimentos, de passagem ou não, respirando o hálito de Deus, ouvindo a roda da fortuna ranger, o rufar dos tambores dos homens, o soar das trombetas dos anjos. É você e a humanidade, no meio da roda, consciente ou não, testemunhando a fragilidade, a inexorabilidade, o inevitável.
Timing é a vida e tudo o que acontece, estando você atento ou não, entre diminutas eternidades, vírgulas, exclamações e reticências do texto cósmico da breve história de todos nós.
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